Luiz Montanini
Logo após o terrível 11 de setembro de 2001, boa parte dos líderes cristãos de todo mundo anunciou que o ataque às duas torres dera início à terceira guerra mundial, que traria juízo às nações. Na época, muitos líderes cristãos tiveram discernimento espiritual sobre a situação. O pastor Jamê Nobre, de Jundiaí (SP), por exemplo, teve uma visão de um prumo grande, prateado, caindo sobre as torres gêmeas e entendeu que o Senhor estava trazendo juízo às nações, por causa de seus desatinos.
O pregador americano David Wilkerson também disse que Deus estava começando julgar as nações, incluindo os crentes que nelas habitam. Wilkerson e outras vozes no deserto suplicaram ao povo que se arrependesse. O efeito da súplica durou apenas alguns dias de templos lotados. Dezoito meses após as torres desabarem os EUA invadiram o Iraque e comprovaram que os homens de Deus estavam certos.
Pelos desdobramentos desse e de outros conflitos paralelos no mundo, é possível antever um cenário geopolítico e profético sendo montado sobre a terra.
A Coréia do Norte faz bravatas atômicas e prova que não possui qualquer senso de responsabilidade. Paquistão e Índia, às turras, possuem armas nucleares e sonham anilar um ao outro. Os países árabes continuam intolerantes contra Israel. Os palestinos prometem a seus homens-bomba terrenos cheios de donzelas no reino dos céus em tamanhos proporcionais aos estragos que causarem na própria morte.
A China é um gigante adormecido e guerreiro, que se faz de tonta, mas esconde ambição de poder mundial. Armas nucleares da extinta União Soviética circulam no mercado negro a preço de traque. Os EUA já admitiram que acreditam saber o que seja melhor para as nações e vão impor sua democracia – como se democracia fosse resultado de imposição. Os países europeus estão divididos e o euro ganha força a ponto de ser adotado pela Opep, para desgosto ianque.
Uma guerra mundial de proporções catastróficas é iminente, avaliam especialistas. Uma crise econômica mundial, a começar pela queda do império americano, também se avizinha. A Europa tende a se levantar como grande império econômico. É possível que desses escombros se levante alguém na Europa com poder político e econômico capaz de levá-lo ao trono mundial. Um lobo em pele de cordeiro, o capeta em forma de gente, que enganará a muitos.
Há cristãos que pensarão que ele é Jesus e judeus o receberão como seu esperado messias. Ele fará uma aliança com as nações, um tratado de paz de sete anos até que na metade decida quebrá-lo e inicie a maior perseguição sobre judeus e cristãos de que se tem notícia desde a fundação do mundo.
Uma formidável rede de informação estará funcionando nessa época, com microchips implantados sob a pele das pessoas em todo o mundo, que serão monitoradas por satélites. Estes chips funcionarão como dinheiro e simultaneamente emitirão sinais para que os atos e passos das pessoas sejam acompanhados via satélite por todo o planeta.
Os homens terão recebido os microchips subcutâneos de bom grado, afinal, nestas alturas, os `cidadãos de bem´ do mundo já estarão convencidos de que um monitoramento em escala global é a única maneira de se proteger contra eventuais terroristas e seqüestradores.
Quem não concordar com o decreto será automaticamente considerado suspeito e passará a ser caçado. Os cristãos que conhecem as escrituras não se sujeitarão a esta marca da besta e devem ser banidos da sociedade. (veja mais no site www.jornalhoje.com.br, seção fim dos tempos, matéria com o título terrorismo apressa controle da população mundial).
Toda essa crise, entretanto, resultará em benefício para Israel e a Igreja. Israel terá sido abandonada por todas as nações, inclusive os EUA e deve receber apoio apenas dos cristãos. Entenderá, a duras penas, que foi enganado e se voltará, arrependido, a Jesus, o verdadeiro messias.
Nos próximos meses e anos as coisas podem ficar difíceis, talvez terríveis, mas há alguém soberano no controle de toda a situação - o Senhor Jesus.
É como diz o líder cristão John Walker, autor de livros como a Igreja do Século 21, a história que não foi contada: `O Deus dos Exércitos tem um governo celestial com domínios e poderes invisíveis e ele está dirigindo os eventos na terra. As guerras existirão e só vão terminar quando o Príncipe da Paz voltar. E ele voltará´.
Luiz Montanini é jornalista, escritor e responsável pelo site www.jornalhoje.com.br
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